O fato é que a questão do Senso Comum deve ser considerada sob o ponto de vista da Educação. Esta necessidade se dá pois a Educação é o campo social que revela aos homens as experiências humanas, sociabilizando a criança que ouve a seus pais, a seus mestres, ou a um líder religioso. “A educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumirmos a responsabilidade por ele, e com tal gesto, salvá-lo da ruína que seria inevitável não fosse a renovação e a vinda dos novos e dos jovens”, diz a filósofa Hannah Arendt.
Sendo a Educação a grande responsável pela inserção cultural e social de novos membros à sociedade, ela pode se valer do Senso Comum no sentido de localizar o jovem nesse mundo; é como se lhe dissessem qual o funcionamento da vida social. Conta-se uma história: Quem e o que se fez? E assim, as crianças e os jovens são apresentados ao mundo, ao nosso mundo.
Enquanto é o que dá a dimensão existencial aos jovens, o Senso Comum é favorável. O problema surge quando ele se torna absoluto. Como única perspectiva assumida, ele impossibilita a percepção crítica dos jovens. O Senso Comum se relaciona diretamente com o olhar e a visão de mundo; a Educação também. Sendo assim, ela não pode ser limitante para que ele não seja.
Estabelecer alguma relação diferente, criativa, individual, crítica, entre os elementos sócio-culturais é fundamental para que os jovens se destaquem da massa de idéias que hoje existe e que nos leva a pensar mal a respeito deles – para uma melhor abordagem deste ponto visitem o site http://the2000sgeneration.blogspot.com/, o qual nos revela a descrença a respeito do que eles são capazes de fazer.
Apesar da desilusão a respeito da potencialidade crítica dos jovens ser dominante, há um otimismo nessa situação cultural que precisa ser considerado. Podemos encontrar um bom exemplo de jovens que estabelecem e desenvolvem seu senso crítico, para além do Senso Comum, em redações divulgadas pela FUVEST, www.fuvest.br e UNICAMP, www.comvest.com.br . Os vestibulandos são convidados a redigir sobre um tema na hora da prova, e produzem textualmente relações complexas e positivas. A desconstrução do Senso Comum ajuda,assim, no delineamento da identidade individual, no questionamento sobre o mundo – uma vertente política, e na construção e não na reprodução de idéias.
Este blog tem como propósito provocar a reflexão acerca deste ponto: os jovens precisam e podem pensar criticamente. Você também acredita nisso? Você ainda acredita na responsabilidade da Educação? Critique!
The fact is that the Common Sense question must be considered under the point of view of the Education. Such necessity exists, because the Education is the social field that reveals to men the human experiences, making sociable the child that hears her parents, her masters, or a religious leader. “A educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumirmos a responsabilidade por ele, e com tal gesto, salvá-lo da ruína que seria inevitável não fosse a renovação e a vinda dos novos e dos jovens”, said the philosopher Hannah Arendt.
Being the Education the great responsible for the cultural and social insertion of new members to the society, she can make use of the Common Sense in order to locate the young people in the world; it is as they were told what is the way the world works. A story is told: Who and what was done? And then, children and the young people are presented to the world, to our world.
While it is what gives an existencial dimension to young people, Common Sense is favorable. The problem arises when it becomes absolute. As the only assumed perspective, it makes impossible the critical outsight of the youth. Common Sense is related directly with the world view so is Education. In this sense, Education cannot be an obstacle so that Common Sense cannot be either.
Establishing some different relation, creative, individual, critical, among the social-cultural elements is fundamental for young people to make salient among the mass of ideas that exists today and that leads us to suspect them – for a better approach to this point visit the internet site http://the2000sgeneration.blogspot.com/, which reveals us the unbelief about what they are able to do.
Although there is a disappointment about critical potentiality of young people, there is an optimism in this cultural situation which needs to be considered. We can find a good example in young people who establish and develop their critical sense in compositions, beyond the Common Sense, published by FUVEST, www.fuvest.br and UNICAMP, www.comvest.com.br. Young people are invited to write about a theme during the examination; they produce complex and positive relations. The reflexion about Common Sense helps, then, in the outline of the individual identity, in the debate about the world, and in the construction - not reproduction - of ideas.
The aim of this blog is to provoke thoughts and actions (a new position) about Common Sense: young people need and can think critically. Do you still believe in that? Do you still believe in the Education responsability? Criticise it!